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Parashá da Semana - Ki Tissá

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Rebbe Lubavtcher

     

     Ki Tissá

     

    • Você Sabia (curiosidade)
    • Leitura da Parashá
    • Resumo da Parashá

     

     

    Você sabia que ?

    • Na confecção do Kiyor - lavatório - foi aproveitado os espelhos que as mulheres usavam no Egito para se embelezar dando assim ânimo à seus maridos cansados da escravidão.
    • Betsalel tinha apenas 13 anos quando foi nomeado para a construção do Mishcan. D"us o abençoou com inteligência e qualidade para todos os tipos de trabalhos.
    • A mesma placa com as palavras "suma boi" usada para tirar os restos mortais de Yossef do Nilo, foi usada na confecção do bezerro de ouro.
    • Nenhuma mulher de todas as tribos e homens da tribo de Levi, participaram do pecado do bezerro de uro.
    • Em decorrência do bezerro de ouro, 3.000 homens - dos 600.000 existentes - foram castigados.
    • Moshe cobria seu rosto com uma espécie de máscara para ocultar a luz que seu rosto emanava.

     

    Leitura da Parashá

     

    (adaptado dos ensinamentos do Lubavitcher Rebe)

    Você Decide!

    A leitura da Torá desta semana, Ki Tissá, menciona o pecado de idolatria, o triste episódio da adoração ao bezerro de ouro.

    Isto nos lembra a grande lição do profeta Eliahu (Elias) e seu famoso confronto com os falsos profetas do deus (ídolo) Baal. Eliahu se voltou para o povo judeu e disse: "Até quando vacilareis entre ambos os lados? Se D-us é o Senhor, que O sigam, e se é Baal, que o sigam."

    Eliahu HaNavi não os criticou pelo pecado da idolatria. O que quis dizer Eliahu Hanavi ao povo judeu, foi o seguinte: "sua incapacidade para decidir entre as duas alternativas é o pior caminho espiritual possível. Se é para servir a D’us ficando "em cima do muro", então é preferível idolatrar diretamente outro deus!"

    Como algo pode ser pior do que a idolatria - atribuir poderes divinos a um objeto? Não seria melhor chegar a um meio termo, isto é manter a fé em D-us, apesar de incorporar alguns elementos do paganismo? Por que não optar pelo "judaísmo do pelo menos": "Pelo menos ainda acredita em D-us...? Seria algo como frequentar a sinagoga de dia e algum "centro" idólatra à noite..." Por que o profeta Eliahu disse que é preferível, D-us nos livre, cometer diretamente idolatria?

    Maimônides escreveu que a idolatria origina-se de um erro humano, de uma falta de entendimento do mundo natural. Quando algumas pessoas olhavam para as forças físicas que governam o mundo, elas acreditavam errone-amente que estas mesmas forças deveriam ser idolatradas, não percebendo que é D-us Quem faz o sol brilhar e a chuva cair.

    Quando uma pessoa adora um ídolo, seja ele de pedra ou os planetas e as estrelas no céu, ela pensa que só adorando estes objetos receberá mais bênçãos em sua vida. Está é a diferença entre um verdadeiro idólatra e um judeu que está "em cima do muro", sem escolher claramente entre a idolatria e a adoração ao D-us único e verdadeiro:

    Um idólatra pode um dia chegar à conclusão que a idolatria é errada e retornar sinceramente para D-us, após admitir o seu erro. Porém, é muito mais difícil uma pessoa que esteja "em cima do muro" perceber que está trilhando um mau caminho e ver que está cometendo um erro gravíssimo. Ela pensa que continua sendo um bom judeu, porque ainda mantém a aparência externa de um judeu observante ("Afinal de contas, eu ainda frequento a sinagoga")...

    Um "verdadeiro" idólatra, crêpiamente que seu deus (ou deuses) é a fonte de toda a vida (por mais que seu deus seja falso). Ele busca, sinceramente, a verdade espiritual, porém na direção errada. Mas aquele que declara acreditar em D-us e secretamente se compromete a obedecer e a adorar a um ídolo, não está em busca da verdade, e sim de conveniência e de conforto. Ele quer se beneficiar de ambos os mundos, cobrindo todas as "possibilidades" possíveis.

    A pessoa indecisa também é mais nociva para quem está à sua volta. Um idólatra tem mais facilidade de ser evitado, e menos possibilidades de levar ao erro aqueles que se iludem com as aparências.

    A mensagem de Eliahu, em outro sentido mais profundo e pessoal, certamente também é válida para nós hoje em dia. É bem mais fácil evitar falhas óbvias em assuntos espirituais do que ficar em estado de alerta tentando se prevenir contra as transgressões mais sutis e enganosas. Porém são justamente estas sutilezas ou atitudes enganosas que realmente definem nossa honestidade intelectual e nossa fé.

    Eliahu Hanavi consta na Torá como aquele que irá anunciar a chegada de Mashiach, inaugurando uma nova era de justiça, verdade e paz para toda a humanidade. Sigamos no seu caminho e certamente estaremos nos preparan-do assim para a vinda e revelação de Mashiach, brevemente, em nossos dias!

     

    Resumo da Parashá

    • D’us pediu a Moshe que fizesse um censo, contasse quantos israelitas estavam ali presentes. Para essa finalidade todos, ricos ou pobres, cada um tinha que trazer uma moeda cujo valor era de meio shekel (aproximadamente 9,6 gramas de prata). As moedas eram então contadas para saber o censo.
    • Elas foram usadas na confecção das bases do Tabernáculo e, em uma segunda contagem, para os sacrifícios gerais.
    • A Parashá continua contando sobre mais alguns ítens do Mishcan como:

    O lavatório de cobre usado, logo no início de todos os dias, por aqueles que trabalhavam no Templo.

    A confecção do óleo de unção e dos incensos com cheiro especial usado no Templo.

    A proibição da confecção deste incenso para outros fins.

    • D’us ordena a Moshe que nomeie duas pessoas responsáveis pela construção de todos ítens do Mishcan, Eram eles Betsalel filho de Uri da tribo de Yehudá e Oholiav da tribo de Dan.
    • Apesar da importância da construção do Mishcan, D’us ordena que o Shabat não seja profanado nem mesmo para sua construção.
    • próximo assunto da Parashá é sobre o pecado do bezerro de ouro. Alguns israelitas calcularam errado o tempo da permanência de Moshe no Monte Sinai [quarenta dias e quarenta noites]. Para eles, Moshe já deveria ter descido no trigésimo nono dia, pois eles consideraram o dia em que Moshe subiu como sendo o primeiro dia apesar de faltar a noite anterior. Portanto, ao verem que Moshe não desceu se decepcionaram e, instigados por vários egípcios que os acompanhavam na saída do Egito, decidiram fazer um bezerro de ouro como deus.
    • Aharon foi pressionado e bem intencionado, mandou que estes trouxessem as jóias de suas esposas, pensando que isso não seria tarefa fácil e rápida, ganhando assim tempo para a descida de Moshe. Mas eles não demoraram e trouxeram suas próprias jóias.
    • Moshe ao descer e ver o bezerro, deixa cair as duas tábuas de safira com os Dez Mandamentos que recém ganhara de D’us. Isto aconteceu no dia 17 de Tamuz. Moshe rezou e pediu a D’us que perdoasse os israelitas mencionando Os Treze Atributos De Misericórdia Divina.
    • Os israelitas só foram definitivamente perdoados oitenta dias depois, no dia de Yom Kipur, quando Moshe desceu com as segundas Tábuas. Por isto este dia é conhecido como o dia do perdão.

    Parashá extraida  do site  : http://www.beitlubavitch.org.br/

Parashá : 24 de Adar I 5765 - 05 de março de 2005. 

 

    Vayak'hel

     

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    • Leitura da Parashá
    • Resumo da Parashá

     

     

      Você sabia que ?

 

    • Se todos os yehudim cumprissem devidamente somente um Shabat, Mashiach teria logo chegado.
    • Mais do que os yehudim cuidam do Shabat, o Shabat cuida dos yehudim.
    • Todo aquele que cumpre o Shabat é considerado como se tivesse cumprido toda a Torá.
    • Todos os gastos do homem são pré determinados por D"us para o ano inteiro, em Rosh Hashaná, menos os gastos relativos a Shabat, Yom Tov e educação dos filhos. Tudo o que for gasto para estas finalidades será plenamente reposto.
    • Do dia do Shabat são derivadas as bençãos de todos os dias da semana seguinte.
    • D"us disse a Moshe : "Vá e diga aos yehudim: Tenho um presente para eles que se chama Shabat".
    • O Shabat reclamou a D"us: "Todos (os dias da semana) tem um par menos eu !". D"us o confortou "O Povo de Yisrael será o teu par".

    Leitura da Parashá

    Há algumas semanas atrás nós lemos na Torá as ordens, instruções e as preparações necessárias para a construção do Tabernáculo. Nesta Para-shá, Vayak'hel, nós leremos como foi sua construção na prática.

    Antes que o Tabernáculo fosse construído, Moshé Rabeinu convocou todos os filhos de Israel e lhes ordenou a observância do Shabat. "Seis dias o trabalho deve ser feito, e no sétimo vocês de-vem ter um dia sagrado. O Shabat para D-us."

    O Talmud explica que a justaposição do Shabat e a construção do Tabernáculo nos ensina tipos de trabalho (atividades) das quais devemos nos abster para guardar o Shabat. São 39 categorias de trabalhos específicos que D-us proibiu em Shabat, de onde se derivam todas as outras atividades as quais não podem ser realizadas neste dia sagrado. Não devemos confundir "trabalho" com "esforço físico". É D-us quem define o que é "trabalho", em Shabat, não nós...

    Nada na Torá ocorre por acaso. O fato da Torá escolher a construção do Tabernáculo para ensinar-nos quais trabalhos são proibidos em Shabat demonstra que existe uma conexão entre esses dois assuntos. Além disso, a relação entre Shabat e a construção do Tabernáculo possui outra dimensão mais profunda. Cada um dos 39 tipos de trabalho necessários para a construção do Santuário é o protótipo de todos os trabalhos que nós podemos fazer durante os 6 dias da semana. E como tudo no mundo físico reflete sua fonte espiritual, todo o nosso trabalho físico está ligado à construção do Tabernáculo. Isto é, todo o trabalho que nós realizamos tem o potencial para ser elevado e transformado em santidade.

    No entanto, o Tabernáculo não é apenas a origem do trabalho (missão) de nossas vidas; ele também serve como boa meta para nossas vidas. Toda tarefa que nós realizamos durante nossa rotina diária deve ser utilizada para trazer santidade a este mundo - a mesma função do Tabernáculo original .

    A Torá afirma: "Seis dias você deverá trabalhar." Nossos sábios explicam que esta é uma ordem, não apenas um consentimento ou uma permissão. O homem é forçado a trabalhar para ganhar o seu pão diário. Nós vemos que até as rezas e as leituras da Torá prescritas para os dias da semana são mais curtas que as lidas no Shabat e Yom Tov, para que as pessoas possam ir ao mundo cumprir suas tarefas diárias. É através do trabalho físico que ele molda e transforma o mundo em um "santuário" para D-us.

    Como nós podemos elevar nossas tarefas diárias e mundanas? "Em todos os seus caminhos você deve reconhecer a Ele," explica a Torá. Todas as nossas atividades por mais triviais que elas sejam, devem ser realizadas tendo em mente seus devidos objetivos. Quando nós comemos, bebemos, dormimos e fazemos nossos negócios, tudo de acordo com as leis da Torá , nós estamos nos conscientizando do Criador e transformando nossas vidas em Santuários para D-us.

    A diferença básica entre o Tabernáculo e nosso próprio mundo físico é que no Tabernáculo havia uma manifestação visível da Divindade, e no mundo físico isto existe apenas no nível potencial. A tarefa de todos nós é transformar o potencial em realidade, ao viver na prática de acordo com o ditado: "Em todos os seus caminhos vocês devem reconhecer a Ele."

    E como o Rebe já anunciou claramente, em breve todos nós teremos o mérito de ver a revelação de D-us no 3° Beit Hamicdash em Yerushalaim, junto com Mashiach Tsidkeinu!


    Resumo da Parashá

    • Moshe reuniu os Yehudim para lhes ensinar sobre a Mitsvá de Shabat especificando sobre a proibição de acender fogo no Shabat.
    • Pelo fato da Torá relatar a proibição de trabalhar no Shabat junto à construção do Mishcan, aprendemos que aqueles trabalhos que eram feitos no Mishcan são os trabalhos proibidos de ser feitos no Shabat. Nossos sábios portanto relacionaram trinta e nove trabalhos feitos no Mishcan e consequentemente proibidos no Shabat.
    • A Parashá conta como os yehudim trouxeram donativos em abundância a tal ponto que Moshe precisou-lhes pedir para que cessassem de trazer.
    • A Parashá se estende nos detalhes sobre a construção efetiva de todo o Mishcan através de Betsalel e sua equipe. Começando pelas coberturas, sua Toras e bases, a Arca Sagrada, a mesa dos pães, a Menorá, o altar interno de ouro e externo de cobre, o lavatório e as cercas, etc.

     

Parashá extraida  do site  : http://www.beitlubavitch.org.br/

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